quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Notas Rápidas.

2012 será favorável para estagiários, diz executivo

As mudanças no mercado de trabalho para os estagiários vêm acontecendo de maneira positiva. E apesar da retração ocorrida em 2008, quando a Lei do Estágio entrou em vigor, o mercado de atuação para os novos profissionais está em franca expansão. “Só em 2011, acompanhamos um aumento no número de contratações de estagiários 20% maior em comparação ao ano anterior (2010)” afirma Giuliano Bortoluci, diretor de comunicação do portal Estagiarios.com. O executivo aponta também que o ano de 2012 será promissor para os estagiários. “A expectativa é que o número de contratações seja ainda maior, em razão dos investimentos e construções decorrentes da Copa e das Olimpíadas, que ocorrerão no Brasil em 2014 e 2016, respectivamente”. Para o diretor, as áreas que irão elevar esses números são: engenharia, segurança do trabalho (técnico), direito, propaganda e marketing, relações internacionais e administração.

 

Recrutadores falam sobre o tempo que o profissional deve permanecer numa empresa

Os recrutadores brasileiros julgam que o tempo mínimo que um profissional deve trabalhar numa mesma empresa é de 2,9 anos. Em 2009, a média esperada era de 3,5 anos, ou seja, a expectativa do recrutador diminuiu.  É interessante destacar que os valores mudam expressivamente de acordo com a idade dos recrutadores. Entre os mais jovens, a maioria acredita que um período de pelo menos 2,3 anos é adequado, e os mais maduros, que apostam em uma estabilidade maior, apontam que 4,4 anos de permanência nas empresas é um bom tempo. A pesquisa contou com a participação de 46 067 respondentes e foi coordenada pelo Grupo Catho.

Comércio e indústria efetivam 22 000 temporários do Natal

Das 147 000 vagas de emprego temporárias abertas em todo o país durante o Natal, 15% foram transformadas em efetivas, contrariando a expectativa de 20% divulgada pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem). Nos últimos meses de 2011, o número de vagas temporárias abertas pelo comércio e pela indústria foi 5% maior em relação ao mesmo período de 2010 - quando foram contratados 140 000 trabalhadores para as festas de final de ano. No último Natal, o comércio empregou 103 000 pessoas e a indústria, 44 000. Jismália de Oliveira Alves, presidente da Asserttem, explica que o setor de trabalho temporário é muito sensível à economia, o que justifica o número de efetivações. “O momento é de ansiedade e expectativa, o que implica em maior cautela por parte dos segmentos contratantes de mão de obra temporária”, diz. No entanto, segundo Jismália, a efetivação de 22 000 trabalhadores é bastante significativa para o mercado de trabalho formal. “É o setor demonstrando mais uma vez a importância do trabalho temporário como porta de entrada para o emprego e como propulsor da geração de renda”. 
 

Projeto de lei protege portadores de doenças incuráveis de demissão

Tramita na Câmara dos Deputados, em caráter conclusivo, um projeto de lei que garante proteção contra a demissão discriminatória do portador de doenças incuráveis e estigmatizantes, quando o empregador tiver conhecimento prévio dessa circunstância. No caso de dispensa discriminatória, a reintegração do funcionário ao emprego passa a ser obrigatória, e o período entre a rescisão de contrato e a reintegração será considerado como tempo de serviço. Se ficar demonstrada a impossibilidade do funcionário de retornar ao trabalho, o projeto prevê que a reintegração dele será convertida em indenização, no dobro do valor das verbas trabalhistas devidas na dispensa sem justa causa, sem prejuízo da indenização por danos morais. Clique aqui para acompanhar esse projeto. 

Trabalhar fora do Brasil é o desejo de 84% dos profissionais

Mesmo com a crise financeira que preocupa o mercado mundial desde 2008, 84% dos profissionais brasileiros desejam trabalhar fora do país, segundo pesquisa realizada pelo portal Trabalhando.com. Dos entrevistados, apenas 16% afirmaram não ter intenção de buscar uma vaga no exterior. E quanto aos que desejam uma oportunidade lá fora, 14% preferem trabalhar na América Latina, 27% na Europa e 43% em qualquer outro parte do mundo.
 

Um em cada quatro brasileiros faz ou já fez trabalho voluntário

Aproximadamente 35 milhões de brasileiros – uma em cada quatro pessoas  – com mais de 16 anos faz ou já fez um trabalho voluntário. Destes, 11%, cerca de 15 milhões, exercem alguma atividade voluntária no momento, e 14% (cerca de 20 milhões) não. Os dados, fornecidos pelo Ibope, mostram também que dos que exercem ou já exerceram o voluntariado, 67% trabalham fora, sendo 51% destes em tempo integral e 16% meio período. De acordo com Maria Lucia Meirelles Reis, diretora do Centro de Voluntariado de São Paulo, “estes dados mostram que, além dos mais jovens e dos mais velhos, que costumam dispor de mais tempo para atividades de voluntariado, as pessoas mais ocupadas têm se destacado no voluntariado e enxergam cada vez mais os benefícios e a importância de doarem um pouco de seu tempo livre”.
 
 

E-mails e ligações fora do trabalho podem render hora extra a funcionários.

Lei do final de 2011 muda CLT e iguala meios eletrônicos e presenciais de trabalho.

 

Uma lei federal, sancionada no último dia 15 de dezembro pela presidenta Dilma Rousseff, alterou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e equiparou juridicamente o serviço exercido por meios eletrônicos ao realizado presencialmente. Ou seja, os funcionários que receberem ligações, mensagens de texto e e-mails dos chefes fora do horário de trabalho passam a ter direito ao pagamento de horas extras.
A nova redação do artigo 6º da CLT agora diz que "não se distingue entre o trabalho realizado no estabelecimento do empregador, o executado no domicílio do empregado e o realizado a distância, desde que estejam caracterizados os pressupostos da relação de emprego". O texto acrescenta que "os meios telemáticos e informatizados de comando, controle e supervisão se equiparam, para fins de subordinação jurídica, aos meios pessoais e diretos de comando, controle e supervisão do trabalho alheio".
André Grandizoli, secretário-adjunto de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), afirma que a medida ajusta a legislação ao avanço da tecnologia. "A modernidade chegou e a legislação acaba de se integrar a essa modernidade", afirma, através de nota divulgada por sindicatos.
"Os torpedos, telefonemas e e-mails (...) são efetivamente formas de trabalho à distância, devendo ser remunerados", afirma Plínio Pavão, diretor de Saúde do Trabalhador da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, por meio de nota enviada à imprensa.
Consultada pelo iG, a FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) afirmou que o assunto está em discussão na entidade, que ainda não tem uma posição oficial a respeito.

Fonte: Economia IG

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

FGTS terá crédito para compra de material de construção.

O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou hoje uma linha de crédito especial para compra de material de construção. Inicialmente, serão liberados R$ 300 milhões, valor que poderá ser ampliado para até R$ 1 bilhão, dependendo da procura.
Para ter acesso a essa linha de crédito é preciso ser cotista do FGTS. O valor do empréstimo está limitado a R$ 20 mil e o prazo de pagamento é de 120 meses (cinco anos). A taxa de juros tende a ser mais atraente do que as ofertadas nas linhas tradicionais pelas instituições financeiras, fixada em até 12% ao ano. Segundo o representante da Confederação Nacional do Comércio (CNC) no conselho curador do FGTS, Claudio Conz, atualmente, o custo anual desse tipo de operação varia de 25% a 45% ao ano.
O representante do Ministério do Trabalho na reunião, Paulo Furtado, explicou que todos os cotistas, independentemente da renda mensal, poderão pedir empréstimo. O valor do imóvel que será reformado, no entanto, terá de obedecer aos limites do FGTS, ou seja, R$ 500 mil. Além disso, se o valor do empréstimo exceder R$ 10 mil, o tomador terá de apresentar documentação de que está sendo efetuado o pagamento de benefícios previdenciários aos trabalhadores da obra.
Estímulo
Para Conz, que também preside a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), a medida deve ajudar a alavancar o crescimento das vendas de material de construção neste ano, período em que as instituições financeiras poderão ficar mais cautelosas na hora de emprestar dinheiro por conta dos efeitos da crise econômica mundial. A expectativa é de expansão das vendas entre 7% e 8% neste ano ante 4,5% de 2011.
O representante da CNC afirmou ainda que o valor de R$ 20 mil por cotista não é considerado baixo. Segundo ele, em média, os empréstimos para essa finalidade variam entre R$ 7 mil e R$ 8 mil."Está bem adequado à realidade", disse.

Consultoria: experiência não está na idade, mas no que se viveu, diz especialista.

Os profissionais de consultoria do País devem se preparar: o mercado tem procurado profissionais cada vez mais experientes. E o melhor é que, ao contrário do que possa parecer, as contratações nem sempre se referem a uma questão de idade, mas de aprendizado.
De acordo com a diretora da regional Sul da De Bernt Entschev Human Capital, Ruth Bandeira, apesar do preconceito ainda existir em relação à idade dos profissionais, tal visão já está mudando.
“Um consultor não pode ser rotulado por sua idade. A experiência de um profissional não está na quantidade de anos vividos, mas na intensidade que ele os viveu”, diz Ruth.
Para ela, é preciso olhar para o conjunto da obra, ao analisar o perfil de um consultor, e não apenas para a idade do profissional.
“Para dar consulta sobre algo, é preciso ter experiência sobre determinado assunto, ter bagagem e, geralmente, isso vem com o tempo. Contudo, isso não quer necessariamente dizer que, para ser bom, o profissional precise ter cabelos brancos”, exemplifica.
Jovens também podemPreconceitos à parte, existem jovens que também costumam se dar bem neste mercado, especialmente na área de tecnologia. Este é o caso, por exemplo, do fundador da Triad PS, Christian Barbosa.
O profissional, que atualmente também é especialista em administração do tempo e produtividade, iniciou sua carreira aos 16 anos e conta que, na época, também sofreu dificuldades para ganhar credibilidade no mercado.
“Comecei muito jovem no mercado e também enfrentei resistência. É difícil ganhar credibilidade, mesmo tendo o conhecimento necessário, quando se tem apenas 16 anos de idade”, diz Barbosa.
Tecnologia para começarSegundo ele, hoje, os jovens que quiserem seguir seu exemplo podem se aventurar na área de consultoria na área de tecnologia de informação, justamente pela habilidade em relação ao tema.
“Existem muitos cursos no mercado disponíveis para quem deseja se tornar um consultor cedo. Mais tarde, esses profissionais podem investir em uma carreira executiva”, orienta Barbosa.
Para poucosE poucos sabem, mas se tornar um consultor é realmente para poucos. Para se ter uma ideia, a função exige competência, experiência executiva e muito, mas muito know-how. Por isso, não basta apenas desejar ser um consultor, é preciso conhecer o mercado e saber negociar com seus clientes.
“Às vezes o jovem até tem know-how, mas se frustra como consultor por não conseguir vender a própria experiência para o mercado. E é aí, que um consultor mais experiente se beneficia, pois ele possui mais contatos e sabe vender melhor”, diz Barbosa.
Uma boa forma de balancear essa relação, segundo Ruth, seria a parceria entre estes dois profissionais. Ao que parece, tal união renderia bons frutos ao mercado.
“Os executivos mais jovens possuem um ímpeto, uma força e um conhecimento técnico muito interessantes, mas ainda não erraram. Então, quando cometem erros, tendem a dar grandes passos em falso. Já os mais experientes, não. Eles já vivenciaram os erros. Por isso, é interessante tê-los em um trabalho conjunto”, garante.

Fonte: InfoMoney

Especialistas ensinam como preparar um bom currículo.

Procurar um emprego não é uma das tarefas mais simples, principalmente em um mercado cada vez mais exigente. Caso fosse realizada uma pesquisa sobre maneiras usadas pelas pessoas ao encaminhar um currículo, certamente as repostas seriam as mais variadas, isso porque ainda existem muitas dúvidas acerca do que deve ser feito ao se candidatar para determinada vaga. 
 Alguns recorrem à internet, que além de artigos sobre o tema, oferece sites que realizam uma espécie de consultoria, o que pode auxiliar o candidato. Sobre o tema, o AreaH conversou com três analistas de recursos humanos que dão dicas de como deixar uma boa impressão.

Hora de se apresentar

Momento crucial para os interessados em uma vaga, o cuidado na hora de se apresentar é indispensável. Cristiano Alves Dias, analista de Recursos Humanos na Landix Sistemas, ressalta que é importante ser breve e ao mesmo tempo mostrar suas principais qualidades. “A sugestão é que a pessoa seja objetiva, expondo no corpo do e-mail as informações mais importantes e que possam chamar mais a atenção de quem irá recebê-las,” sugere.

A psicóloga e Consultora de RH Paula Pessoa Carvalho também aconselha o candidato a enviar seu currículo no corpo. “Sempre, sempre no corpo do e-mail. Tudo o que você pode facilitar para quem está vendo seu currículo você deve fazer. Anexos dão trabalho, pois devem ser abertos e nem sempre o serão, dessa forma, sempre coloque seu currículo no corpo do e-mail,” afirma.

Cristiano compartilha da mesma opinião. “Alguns servidores de e-mail possuem ferramentas que podem bloquear tanto o anexo quanto a mensagem toda. O mais recomendado é que envie o currículo no corpo do e-mail. Dessa forma, o candidato tem mais uma oportunidade de conferir as informações e fazer uma correção ortográfica utilizando recursos do programa de e-mails,” argumenta.

Independente da maneira como o currículo será enviado, é preciso tomar cuidado para não enfeitá-lo demais, para que não fique extenso e pesado. O ideal é um currículo com no máximo duas páginas. Nele, o candidato deve condensar suas informações pessoais com as profissionais, usando sempre o bom senso.

 “Nada de citar características pessoais como empatia, bom humor, facilidade em aprender e de trabalhar em grupo. Estas são particularidades que devem estar presentes em qualquer um que almeje um posto de trabalho”, orienta o analista de recursos humanos Cristiano Alves.

QI (Quem Indica)

Nos dias de hoje é muito comum empresas contratarem a partir de indicações de seus funcionários. A prática, que causa indignação de alguns candidatos, foi abraçada pela facilidade de recrutar alguém com o aval do funcionário, principalmente quando este for uma pessoa de confiança.  Para a consultora de RH Paula Carvalho, mesmo indicado, o concorrente deve se portar de maneira correta.

“Mesmo que você seja indicado, o que pode ser um facilitador para sua contratação, nunca deixe de lado seu profissionalismo e formalidades, afinal de contas você pode até entrar em uma empresa por indicação, mas deve manter sua vaga e crescimento profissional por seus próprios méritos,” enfatiza.

Com indicação ou não, sempre pinta aquela dúvida de como tratar o entrevistador, seja por e-mail ou pessoalmente.  “Aí pode estar o primeiro 'ponto-chave' da entrevista. O entrevistado deve perguntar ao entrevistador como deve chamá-lo e a partir do tom desta resposta é que se deve concluir a forma de tratamento,” analisa Cristiano Alves Dias.

Paula Carvalho também expõe seu ponto de vista. “Sempre devemos ser formais, então mantenha o senhor e senhora, educação vem sempre em primeiro lugar, ao menos que ele dispense você deste modo de se reportar.”

Depois de todas estas dicas, a possibilidade do sucesso fica nas mãos do candidato, que deve, acima de tudo, deixar uma impressão positiva, segundo Gutemberg de Macedo, presidente da Gutemberg Consultores Ltda. “Lembre-se que você nunca terá uma segunda chance para causar uma primeira boa impressão. Portanto, comporte-se conforme a exigência de seu interlocutor.”

Fonte: Area H.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Primeiros meses do ano é período ideal para procurar emprego.

Maioria das vagas são para o setor de serviços, como porteiro, vigilante e assistente administrativo. Veja dicas para ter mais chance de contratação.

 

Primeiro dia útil do ano e que tal começar 2012 empregado? Listamos as vagas que estão em alta no mercado e também o que fazer para conquistar essas oportunidades.
Na maior cidade do país, a segunda-feira está devagar, sem trânsito, várias lojas e escritórios de São Paulo estão fechados, porque muita gente ainda não voltou a trabalhar. Mas folga é pra quem tem emprego. Para quem não tem, hoje é dia de correr atrás de uma vaga.
"Fui demitida uma semana antes do Natal. Um presentão, né? Agora tem que correr atrás", conta Natalia Melo, desempregada. Se 2011 não terminou muito bem, 2012 pode começar melhor.
Esses primeiros dias do ano são bons para procurar emprego. Nos centros de seleção e encaminhamento de candidatos já há várias empresas querendo contratar.

Muitas vagas estão abertas desde o ano passado. A maioria é para o setor de serviços, como para porteiro, vigilante, assistente administrativo e secretária. O segundo setor que mais procura trabalhadores é o comércio. Seguido por indústria e construção civil.
“A gente até dá uma dica para quem busca emprego ou acabou de conseguir uma formação no final do ano, que eles se submetam as oportunidades, mesmo que elas estejam aquém das suas pretensões. Porque é uma boa chance para que elas busquem bagagens, experiências e buscar outras oportunidades no mercado”, afirma Willians Ferreira, coordenador do Centro de Solidariedade ao Trabalhador - SP.
Enquanto a vaga não vem, quem der entrada no seguro-desemprego, vai receber a partir de hoje o seguro já com o reajuste de 14,1%. O limite passou a ser de R$ 1.163, 76 por mês. O pagamento é feito por até cinco meses. O seguro é calculado pela média dos últimos três meses trabalhados e o benefício é pago por até cinco meses.
Usar parte desse dinheiro para fazer um curso é uma das maneiras de incrementar o currículo. Atenção para os técnicos: se sua área é a indústria, procure cursos de montador e soldador, por exemplo. Na construção civil, cursos de desenhista e projetista podem ajudar. Já para quem quer trabalhar no setor de serviços, estudar informática ou programação pode ser um diferencial.
"Na hora em que o selecionador for identificar alguém no mercado e essa pessoa tiver esta competência, frente a outro que não têm, mesmo que ele não vá usar esta competência agora, ele pode usar no futuro, então ele vai dar preferência para esta pessoa", ressalta Fernando Montero da Costa, consultor de RH.
As empresas estão buscando candidatos até nas redes sociais. Ele também sugere que antes de procurar uma vaga, você pense e foque sempre no é bom e no gosta de fazer. "Se você for procurar qualquer coisa, o selecionador vai perceber. O importante é você identificar aquilo que tem a ver com as suas aptidões, com as suas habilidades, com a sua experiência, acumulada ao longo dos anos e aquilo que realmente te fez mais feliz".
Fernando Montero da Costa, consultor de RH, dá outras dicas e orientações para conseguir um emprego em 2012:
- Informe-se sobre as oportunidades: pesquise sites de empresas, sites de emprego, anúncios, etc., para poder contar com um campo de busca mais amplo.
- Invista no seu networking: seja ele pessoal, de amigos ou profissional. As redes sociais do tipo Linkedin e Facebook têm servido como um bom canal por empresas para localizar candidatos.
- Cuide de sua aparência: o aspecto pessoal faz diferença na busca de emprego. Na dúvida, procure ser mais formal do que informal, porque boa parte das empresas valorizam este quesito.
- Antes de começar a procurar, identifique suas preferências: trabalhar em uma empresa, fazendo aquilo que você não gosta, vai te fazer infeliz e se o selecionador perceber isto na entrevista, você não será o candidato escolhido para a vaga.
- Valorize sua formação escolar: especialmente se você tiver feito curso técnico, já que o mercado ainda continua favorável para especialistas.
- Venda bem suas habilidades e competências: citando aquilo em que você é realmente bom e relatando experiências profissionais que o destacaram e o fizeram bem sucedido em outros empregos.
- Selecione boas fontes de referência pessoais e profissionais.
- Seja autêntico: não oculte ou minta sobre eventuais fraquezas profissionais. Enfatize seus pontos fortes e se o selecionador tocar em algum ponto fraco profissional seu, diga que você buscará melhorar.
- Esteja atento ao diálogo com o entrevistador: procure não se dispersar durante a entrevista, desligue o celular, procure demonstrar tranquilidade e segurança e, principalmente, responda às perguntas do entrevistador de forma clara e objetiva.
- Persista: o emprego dos seus sonhos pode não estar tão visível ou fácil de encontrar. Preencha fichas de emprego, cadastre-se pela internet ou em redes sociais, atenda às chamadas de entrevistas e facilite a vida do selecionador encaixando o quanto antes em sua agenda o compromisso da entrevista.
 
Fonte: Jornal Hoje

Cartão de visitas: siga 7 recomendações para criar um ideal.

Elaborar o próprio cartão de visitas pode até parecer simples se não fossem as mil e uma possibilidades de layout que um designer costuma apresentar para seus clientes ao ser requisitado. Nessa hora, escolher uma opção entre tantas é como fazer compras em um shopping sem saber o que comprar: uma verdadeira tortura!
São inúmeras variedades de cores, tipos de letras, logomarcas, papéis e quando você pensa que acabou, se depara com uma avalanche de perguntas sobre as informações que você gostaria de colocar no seu cartão. Pois é de assustar, não?
Mas nem tudo precisa ser tão complicado, especialmente se você souber exatamente o que o mercado espera de um cartão de visitas profissional.
Prefira a frente do cartãoDe acordo com a diretora executiva da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Heloísa Gontijo, a frente do cartão é o local mais indicado para todas as informações do profissional.
“É ali que devem estar a identificação, os dados de contato, a logomarca e o endereço do executivo”, explica.
Segundo ela, tal disposição é necessária para facilitar a visibilidade dos dados pelos clientes, que deste modo conseguem visualizar todas as informações ao pegar o cartão que está arquivado ou mesmo escaneado.
E o verso?Pouco utilizado, o verso costuma ser mais apropriado para inserir outros dados menos importantes ou mesmo a logomarca da empresa. “Poucas pessoas costumam olhar o verso de um cartão”, diz Heloísa.
Por isso, inovar até pode valer à pena, desde que não seja nas medidas do cartão. “Os cartões possuem medidas padronizadas e ao sair das regras pode ser comprometedor, já que ao fazer isso as pessoas acabam criando modelos que não se encaixam em porta cartões de nenhum tipo”, avalia Heloísa.
Impressão
E se qualidade é importante, nada de economizar na impressão. A dica aqui é não economizar no designer contratado e tão pouco no papel do cartão.
"A gráfica não precisa ser das melhores, mas o profissional também não pode comprar aqueles cartões que são comercializados nas papelarias. A qualidade do papel, assim como a impressão são a marca registrada de um profissional e devem ser valorizadas nessa ocasião", explica Heloísa.
O melhor cartão de todosSaiba quais as 7 recomendações para ter o cartão ideal:
  • Identificação:  o cartão profissional deve ter seu nome, mas se ele for muito extenso não há necessidade de colocá-lo no papel. Por isso, tenha bom senso e coloque apenas o nome pelo qual você é mais conhecido no mercado de trabalho.

  • Razão Social: o nome fantasia de sua empresa ou a razão social dela é muito importante. Portanto, não esqueça de mencioná-la no cartão. O mesmo vale para a área de atuação, que deve ser citada caso o próprio nome da companhia não diga muito sobre a atividade executada.

  • Endereço: o profissional pode colocar o endereço completo da empresa se for do seu interesse ou, se preferir, apenas a cidade onde a mesmo atua. Alguns escritórios atendem somente de forma virtual e, por isso, mencionar o nome da cidade pode ser irrelevante.

  • Telefone: necessário para o contato do cliente, o telefone deve ser sempre citado, contudo, algumas exceções se fazem necessárias: de acordo com o cargo, a menção do telefone celular dependerá do interesse do executivo. Lembre-se: nem todos gostam divulgar esse dado no cartão.

  • E-mail:  indispensável em qualquer cartão, independente do cargo, o e-mail sempre deve ser mencionado, especialmente porque tal meio de comunicação se tornou fundamental para o mundo corporativo. Portanto, não se esqueça dele!

  • Logomarca: marca registrada de um profissional ou de uma empresa, a logomarca deve sempre constar em um cartão. Assim, associar a imagem a um determinado profissional é bem mais fácil. Lembre-se sempre que a qualidade da impressão precisa ser muito boa para não prejudicar essa imagem e que, como já diria o ditado popular: a primeira impressão é a que fica!

  • Redes sociais: a menção do Twitter ou do Facebook dependerá do ramo de negócios do profissional. De acordo com Heloísa, por exemplo, nada impede que tais informações sejam citadas em um cartão. Isso, é claro, desde que as mesmas não comprometam a privacidade do executivo em questão. Já quanto à menção do LinkedIn, a mesma não faz nenhuma ressalva, pelo contrário, até recomenda. “O LinkedIn é interessante, pois tem um direcionamento voltado para executivos, para o mercado de trabalho”, diz.
                                                                                                                                                           
  • Fonte: InfoMoney